Como ir da Avenida Paulista aos principais aeroportos de São Paulo

Trecho do mapa do metrô de São Paulo - Aeroporto mais próximo da Paulista | Club Coworking

Três grandes aeroportos atendem à demanda por voos comerciais em São Paulo. Saiba como chegar de Congonhas, Guarulhos ou Viracopos à Avenida Paulista e adjacências

Congonhas, Guarulhos (ou Cumbica) e Viracopos são os principais aeroportos que servem a cidade de São Paulo. Dos três, Guarulhos e Viracopos realizam voos comerciais para o exterior, enquanto Congonhas é dedicado somente a voos domésticos, dentro do território nacional.

Nesse artigo, tomamos como base a movimentada e pulsante região da Avenida Paulista para orientar tanto quem chega como quem sai do centro de São Paulo utilizando meios de transporte púbico ou particular.

Veja também: 6 dicas imperdíveis de restaurantes na região da Av Paulista

Como ir da Avenida Paulista ao Aeroporto de Congonhas

Único aeroporto construído dentro do perímetro urbano da cidade, o terminal aéreo de Congonhas foi inaugurado em 1932 e é o segundo mais movimentado do Brasil, com um fluxo de 6.500 passageiros por hora.

Localizado na Zona Sul da cidade, Congonhas é o aeroporto mais próximo da Avenida Paulista (10,5 km) com fácil acesso a regiões como a do Parque do Ibirapuera, Jardim Zoológico, Avenida Berrini, Itaim Bibi, Avenida Paulista e Jardins. Apesar da localização privilegiada, as passagens para esse aeroporto geralmente são mais caras do que para os outros terminais.

Ainda não existe uma estação de metrô na região — a mais próxima é a São Judas (linha Azul), a cerca de 3 quilômetros de Congonhas —, cenário que deve mudar com a entrega da nova Linha 17 – ouro. Existem, no entanto, muitas opções de transporte público, executivo e por aplicativos, além de pontos de táxi na saída das áreas de desembarque.

O trajeto de Congonhas à Avenida Paulista tem cerca de 20 minutos. O caminho passa pelo Parque do Ibirapuera e oferece várias perpendiculares que sobem até o topo do espigão, de acordo com a altura do destino final.

Quem opta pelo transporte público conta com linhas de ônibus nas imediações do terminal, que levam às estações da linha azul do metrô, em intervalos que variam de 30 a 45 minutos. Daí, é seguir para as estações Ana Rosa ou Paraíso, onde é possível fazer a conexão para as paradas Brigadeiro, Trianon/MASP e Consolação da linha Verde — ou linha Paulista, como também é conhecida.

Aeroporto de Congonhas
Avenida Washington Luís, s/nº, Vila Congonhas
Funcionamento: das 5h (os primeiros voos decolam às 6h) às 23h

Como ir da Avenida Paulista ao Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica):

Distante a 25 km do centro de São Paulo, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, também conhecido como Cumbica, é o maior e mais movimentado do Brasil. Com um fluxo de 40 milhões de passageiros por ano, é também o segundo mais movimentado da América Latina, perdendo somente para o aeroporto internacional da Cidade do México. Ao todo, são 362 pontos de check-in e 77 portões de embarque distribuídos em uma área de 14 km².

O terminal aéreo é mais próximo das regiões Norte e Leste de São Paulo, mas, apesar da distância, chegar à Avenida Paulista, na zona Sul, não é complicado. Isso porque várias linhas de ônibus da EMTU ligam Guarulhos a pontos estratégicos da capital paulista.

Também é possível chegar à avenida por meio da estação de metrô Aeroporto – Guarulhos, inaugurada recentemente nas imediações do terminal. A linha funciona de domingo à sexta-feira, das 4h à 0h, e aos sábados, das 4h à 1h. A partir dela, é necessário fazer a conexão gratuitamente entre quatro linhas, em um percurso de cerca de uma hora. O trajeto é composto pela sequência de conexões entre a Linha 13 – Jade; Linha 12 – Safira; Linha 11 – Coral; e linha 4 – Amarela, com destino na estação Paulista.

Veja também: Conheça as estações de metrô que dão acesso à Avenida Paulista

Já para quem pode gastar um pouco mais, os serviços de transporte por aplicativo custam em torno de R$ 40 até a Avenida Paulista. E há, ainda, o serviço Airport Bus Service, do Governo de São Paulo, que oferece ônibus executivos que cobrem diferentes destinos em São Paulo. Ao longo do dia, há 16 horários de saída do terminal com intervalos médios inferiores a 30 minutos. Nessa alternativa, é aceito o pagamento em cartão de crédito.

E não se preocupe se você desembarcar em uma plataforma distante de alguma das modalidades de transporte sugeridas neste post: o terminal aéreo de Guarulhos disponibiliza traslado entre os pavilhões 1,2 e 3. Os ônibus possuem identificação do aeroporto e fazem paradas nas áreas de desembarque a cada 15 minutos, em média.

Aeroporto de Guarulhos
Rodovia Hélio Smidt, s/nº – Cumbica, Guarulhos
Funcionamento: diariamente, 24 horas

Como ir da Avenida Paulista ao Aeroporto Internacional de Campinas /Viracopos

No Aeroporto Internacional de Viracopos, apenas as companhias Azul, Gol e LATAM operam para o transporte de passageiros. Anualmente, mais de 10 milhões de turistas passam pelo local, situado a 17 quilômetros do centro do município de Campinas e a 95 quilômetros da região central de São Paulo.

Viracopos é o principal centro de operações da Azul Linhas Aéreas. Por isso, a companhia fornece aos clientes uma linha de ônibus gratuita que sai do terminal aéreo para quatro opções de destino: Congonhas, Shoppings Eldorado e Tamboré e Terminal do Metrô Barra Funda.

Caso escolha o último destino, é fácil chegar à Paulista utilizando o metrô. Basta seguir na Linha Vermelha em direção à estação República e realizar a conexão com a Linha Amarela em direção à estação Paulista. O percurso da Barra Funda à Paulista demora cerca de 20 minutos.

Já para clientes de outras empresas a melhor alternativa é utilizar o ônibus intermunicipal que sai de hora em hora de Viracopos para o Terminal Rodoviário do Tietê, anexo à estação homônima da Linha Azul do metrô. Também é possível ir para a rodoviária de Campinas, de onde também partem coletivos para os terminais rodoviários da Barra Funda e do Jabaquara, na capital paulista.

Aeroporto Viracopos
Rodovia Santos Dumont, km 66 – Parque Viracopos, Campinas
Funcionamento Todos os dias, 24 horas

Como ir da Avenida Paulista ao Aeroporto Internacional de São José dos Campos

Também vale mencionar a discreta operação comercial do aeroporto internacional de São José dos Campos. Em 2018, a Azul passou a mandar voos de Belo Horizonte (MG) e do Rio de Janeiro (RJ) para o local, onde está concentrada sobretudo a atividade de transporte de carga. Em fevereiro de 2020, contudo, a empresa aérea decidiu cancelar as rotas para o Rio de Janeiro, mantendo apenas viagens para a capital mineira.

Se essa for a sua opção de viagem, a alternativa para chegar à Avenida Paulista é o transporte rodoviário até o terminal do Tietê e, de lá, seguir de metrô (Linha Azul e Linha Verde) ou solicitar um carro por aplicativo.

Aeroporto Internacional de São José dos Campos
R. Dra. Tânia Lis Tizzoni Nogueira, S/N – Parque Martin Cerere, São José dos Campos – SP
Funcionamento: diariamente, das 8h às 17h

Club Coworking no centro de tudo!

Não importa qual seu ponto de desembarque, não é difícil chegar ao Club Coworking da Avenida Paulista! Estamos próximos às estações Paulista e Consolação do metrô, com fácil acesso a todos os pontos da cidade! Além de praticidade, aqui você vai encontrar o espaço perfeito para seu evento ou reunião, em um ambiente sofisticado e com infraestrutura de altíssima qualidade.

Venha conhecer!

Uma experiência além do pãozinho: cinco padarias incríveis do Itaim Bibi

Detalhe de mão feminina servindo-se em uma padaria | Club Coworking - Padaria no Itaim Bibi

Selecionamos cinco locais nas imediações da Faria Lima para quem busca desde um bom café da manhã até refeições mais elaboradas. Há diferentes opções de cardápio para levar ou comer na hora.

Na década de 1920, Arnaldo Couto de Magalhães resolveu lotear a chácara da família, localizada na Zona Oeste paulistana, numa época em que as ruas do entorno não eram pavimentadas e ainda se pescava no Rio Pinheiros. Inicialmente, as terras foram ocupadas por italianos vindos da Bela Vista/Bixiga, que passaram a produzir verduras e legumes em pequenos sítios de um hectare.

Entre as décadas de 1920 e 1950, especialmente após o fim da Segunda Guerra Mundial no início dos anos 40, as terras foram sendo repartidas em lotes menores e revendidas diversas vezes, favorecendo a ocupação da área por barqueiros, olarias e portos de areia. Esse foi o primeiro passo para o surgimento do bairro do Itaim Bibi, batizado como o mesmo nome da propriedade que o originou.

Para diferenciar a região do homônimo Itaim Paulista, na Zona Leste de São Paulo, os moradores se referiam ao local como “do Bibi”, como era conhecido Leopoldo Couto de Magalhães Junior, pai de Arnaldo e último herdeiro a habitar o terreno antes dele ser dividido. Com o tempo, o apelido do aristocrata foi incorporado ao nome do distrito, que integra outros bairros importantes como a Vila Olímpia.

Uma das curiosidades da região, que começa nos cruzamentos das avenidas Faria Lima e Juscelino Kubitschek — local exato da unidade Faria Lima do Club Coworking — e vai até a região do Ibirapuera, é que, no início, as ruas tinham nomes de mulheres como Silvia, Helena e Amélia. Com a expansão do bairro, as avenidas asfaltadas tomaram o lugar das ruas estreitas e transformaram a paisagem da região, atraindo grandes empresas interessadas em logradouros próximos à avenida Brigadeiro Faria Lima.

Leia também: Como chegar à Faria Lima

Quem mora ou trabalha no Itaim Bibi está perto de tudo. Hoje, o cenário corporativo divide espaço com os prédios residenciais de alto padrão, que começam a ser construídos com a ascensão do bairro. De área de várzea, o bairro se transformou num dos metros quadrados mais caros da capital paulista. E não poderiam faltar as padarias no Itaim Bibi, que abastecem a população local e itinerante.

Escolhemos cinco, entre as dezenas de alternativas, para quem quer comprar um pão quentinho, tomar café no balcão ou procura uma refeição completa.

Mr Baker

Na esquina das ruas Pedroso Alvarenga e Bandeira Paulista, o espaço rústico, todo revestido em madeira, em pouco lembra uma padaria, mas desde 2012 saem do forno da Mr Baker pães artesanais de grãos e sementes, além de clássicos como o pão português. O cardápio, desenvolvido pelo chef Henrique Vaz, prioriza insumos orgânicos e inclui sanduíches, salgados, pizzas e foccacias — destaque para a versão de alho poró — que podem ser degustados nas mesas ou no balcão.

São três filiais em São Paulo. A padaria do Itaim Bibi foi eleita várias vezes a melhor padaria da Cidade, pelo Guia Comer & Beber, da Veja São Paulo. A casa ainda oferece “mimos” como a água aromatizada com abacaxi, limão siciliano, gengibre e hortelã.

Mr Baker
Rua Pedroso Alvarenga Nº 655, Itaim-Bibi, São Paulo/SP
Funcionamento:
Segunda a Sábado das 7h às 23h
Domingo das 8h às 22h

Padaria Bienal                                                                                    

Uma das mais antigas e tradicionais padarias do Itaim Bibi, a Bienal tem mais de cinco décadas — surgiu nos primórdios da região- e recebeu o nome em homenagem ao “vizinho” Parque do Ibirapuera. No ambiente simples, com cara de padaria de bairro, são servidos matinais e lanches populares, no balcão e em mesas na calçada.

De manhã, vale provar a dupla paulistaníssima “pão na chapa e média de café com leite”. Para o almoço, há opções de saladas, porções e pratos rápidos.

Padaria Bienal
Rua Pedroso Alvarenga, 436
Funcionamento:
De segunda a domingo, das 6 às 22h.

Boston Bakery

Na divisa do Itaim Bibi com a Vila Nova Conceição, a Boston Bakery funciona 24 horas num espaço amplo que inclui um forno de pizza à lenha. Com decoração estilo industrial e lustres metálicos, o local oferece um menu variado que vai de churrasco, petiscos e hambúrgueres especiais a massas, doces e sorvetes artesanais, além de buffet no café da manhã e almoço.

A casa produz diversos tipos de pães, inclusive integrais, que ficam expostos em vitrines nos balcões e na ilha central. As fornadas constantes garantem um pão francês sempre quentinho e crocante.

Boston Bakery
Rua Clodomiro Amazonas, 816
Funcionamento:
Sempre aberto

Le Pain Quotidien

Le Pain Quotidien significa o pão de cada dia e também é o nome de uma rede de boulangeries fundada na Bélgica em 1990. A marca chegou a São Paulo em 2012 e hoje mantém quatro lojas na cidade. É mais um empreendimento que aplica o conceito de utilizar produtos frescos, preferencialmente orgânicos, e ingredientes não processados.

A arquitetura é a mesma em todos os países, com mesas coletivas estimulando a interação dos frequentadores. Mas a identidade global não impede que os franqueados possam adaptar o cardápio à cultura local, sem comprometer a original da marca. Na padaria do Itaim Bibi, dentro do Shopping JK, por exemplo, podem ser degustados pão de queijo, açaí e saladas com temperos tipicamente brasileiros.

Le Pain Quotidien
JK Iguatemi, Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041
Funcionamento:
Diariamente das 11h às 21h

Savour Boulangerie

Descontraída, mas com um toque de requinte. É assim que podemos descrever a Savour Boulangerie, um lugar charmoso no coração do Itaim Bibi onde se servem pães artesanais, bolos, tortas, chás e outras delícias com toques gourmet inspirados na culinária da França.

O local também aposta na sustentabilidade e no uso de insumos sem fertilizantes e agrotóxicos para a criação de receitas que fazem sucesso entre os clientes. Entre as mais pedidas, estão as omeletes preparadas com ovos orgânicos, acompanhadas de suco natural e baguete 100% integral.

Savour Boulangerie
Av. Horácio Lafer, 523
Funcionamento:
Segunda a sexta das 7h às 19h
Sábado das 8h às 16h

Leia também: Cafés na Paulista: 6 excelentes opções para você conhecer

Conheça o Club Coworking Faria Lima

A região do Itaim Bibi abriga uma população diversificada, cheia de vida e despretensiosamente sofisticada. Endereço de empresas de tecnologia, startups, bancos e grandes multinacionais, o bairro foi escolhido pelo Club Coworking para atender profissionais, empresários e executivos que buscam um espaço equipado e aconchegante para trabalhar, fazer networking e realizar negócios.

Venha nos conhecer e aproveite para conferir nossas dicas!

Todos os caminhos levam à Faria Lima: veja como chegar à avenida

Como chegar à Faria Lima: ciclistas pedalam na ciclovia da avenida próxima à avenida JK | Club Coworking (Foto de Rachel Schein)

De carro, bicicleta ou coletivos, é fácil chegar em qualquer ponto da Faria Lima. A oferta de transporte, público e particular, é ampla. A região fica a poucos minutos do centro expandido de São Paulo e tem saída para todas as regiões da cidade.

Com 4,6 quilômetros de extensão, a Avenida Brigadeiro Faria Lima começa em Pinheiros, atravessa o Jardim Paulistano e termina no Itaim Bibi, poucos quarteirões depois da unidade do Club Coworking da Faria Lima. Em menos de cinquenta anos, a via se tornou um importante centro corporativo e financeiro de São Paulo. 

Inaugurada em 1970, a área simboliza a modernidade e é endereço disputado por empresas dos mais diversos setores.

Ao longo da avenida, os cenários mudam, de acordo com o lifestyle dos bairros por onde passa.

Ela começa com um perfil mais popular, no entorno do Largo da Batata — ponto de conexão para trabalhadores rumo ao centro e aos bairros da cidade — e a cada quarteirão vai crescendo em sofisticação até as imediações da Juscelino Kubitscheck, onde executivos engravatados convivem em harmonia com expoentes da geração Z, tatuados e de tênis.

Na parte estendida, ao lado do Itaim Bibi, prédios inteligentes abrigam multinacionais, empresas de tecnologia e startups. A região, que concentra cerca de 1% do PIB brasileiro, é comparada ao Vale do Silício, nos EUA, onde estão as maiores empresas de e-TICs do mundo. Aliás, é nessa área estratégica que se localiza também uma das unidades do Club Coworking.

Chegar a qualquer ponto da Faria Lima não é um desafio, a menos que você esteja de carro no horário do rush, com disposição para enfrentar tráfego lento e intenso.

Uma alternativa mais saudável — e sustentável — é atravessar as calçadas largas e ciclovias da avenida a pé ou de bicicleta. Além disso, a região é bem abastecida de transporte público (ônibus, trem e metrô) com conexões para todos os cantos da cidade.

Veja todas as opções!

Como chegar de ônibus à Faria Lima

Mais de 80 linhas de ônibus, partindo de todas as regiões de São Paulo e de municípios vizinhos, como Barueri e Osasco, passam pela Faria Lima e imediações, sendo que 48 delas percorrem toda a extensão da avenida.

Com o propósito de estimular a circulação do transporte coletivo em São Paulo, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e a São Paulo Transporte (SPTrans) implementaram a Operação Dá Licença Para o Ônibus, cujo objetivo é reduzir os tempos de viagens com maior eficiência, conforto e segurança para os usuários do transporte público.

Na avenida Brigadeiro Faria Lima, a faixa exclusiva à direita dá prioridade para ônibus de segunda à sexta-feira, entre 6 e 20 horas, e aos sábados, das 6 às 14 horas. 

Veja as opções de metrô

Se você quer saber como chegar na Faria Lima de metrô, a estação fica no final da Rua Teodoro Sampaio, ao lado do Largo da Batata. Ela faz parte da Linha 4 Amarela, que vai da estação da Luz ao Morumbi, passando pelo terminal Pinheiros — interligado à linha 9 Esmeralda da CPTM —, que une a Zona Oeste ao extremo sul de São Paulo, e de onde partem ônibus para todas as regiões da Cidade.

Confira o tempo médio para se chegar à Faria Lima a partir de algumas estações finais de Metrô:

  • Jabaquara (Zona Sul) – Linha Azul – 63 min
  • Santana (Zona Norte) – Linha Azul – 44 min
  • Sé (Zona Central) – Linha Azul – 37 min
  • Barra Funda (Zona Oeste) – Linha Vermelha – 51 min
  • Vila Madalena (Zona Oeste) – Linha Verde – 28 min
  • São Paulo Morumbi (Zona Sul) – Linha Amarela – 10 min

Veja também: como chegar de metrô na Avenida Paulista

CPTM também é uma opção

A Linha 9 – Esmeralda é a alternativa para se chegar de trem a diferentes alturas da Faria Lima. Duas estações, Cidade Jardim e Vila Olímpia, servem a região do Itaim Bibi. Já a parada Hebraica-Rebouças tem saída na avenida das Nações Unidas, a poucos quarteirões do cruzamento entre as avenidas Rebouças e Brigadeiro Faria Lima.

Além da conexão com a linha 4 Amarela, a Linha 9 da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) se liga, pela estação Santo Amaro, à linha 5 Lilás do Metrô, cujo itinerário percorre da Chácara Klabin, área nobre da Vila Mariana, ao Capão Redondo, na periferia da Zona Sul.

Para quem costuma andar de bicicleta

Não ter bicicleta não é problema para pedalar na Faria Lima. É possível alugar uma em pontos estratégicos e devolvê-la em outra estação próxima ao destino por meio de aplicativos e com preços acessíveis. Também há empresas que locam veículos elétricos por temporada. Uma semana de bicicleta ou patinete custa em média R$ 150.

A ciclovia da Faria Lima conta com 17,9 quilômetros de extensão, considerando o eixo principal e as conexões. Em 2019, a prefeitura de São Paulo anunciou a revitalização do trajeto, que ganhou recuperação do piso e nova sinalização. Também há ciclovias e ciclofaixas cobrindo o caminho até a Avenida Luís Carlos Berrini, pela marginal do Rio Pinheiros.

Táxi e transporte por aplicativo

Há pontos de táxi em quase todas as transversais da Faria Lima, nos dois sentidos, mas, dependendo do horário, não é fácil encontrar um carro livre na rua. A opção são os aplicativos que oferecem corridas em carros particulares e de praça. Como a oferta é ampla, vale ter mais de um instalado para cotar o valor e o tempo de espera, sobretudo nos períodos de maior fluxo, como início da manhã e final de tarde, quando o preço é randômico (de acordo com a demanda).

Club Coworking perto de tudo

Entre as vantagens de escolher o Club Coworking da Faria Lima como local para trabalhar em São Paulo estão a mobilidade urbana e o fácil acesso.

Localizado  num dos principais centros de negócios do país, o espaço oferece toda infraestrutura necessária para profissionais e executivos, num ambiente dinâmico e inspirador, distante 15 minutos a pé da estação Vila Olímpia da CPTM, ou 10 minutos de bicicleta da estação Faria Lima do Metrô.

O melhor é que você não precisa ir muito longe para comer ou comprar, porque a região é repleta de restaurantes, cafés, padarias e lanchonetes, além de lojas de todo tipo na rua e em shopping centers. Basta uma pequena caminhada para chegar ao Shopping JK Iguatemi (10 min) e Shopping Iguatemi (20 min), dois dos mais bem frequentados da cidade.

Vale a pena uma visita!

Na Paulista de metrô: as estações que dão acesso ao corredor de negócios e entretenimento no coração de São Paulo

Vista aérea da Praça do Ciclista, próxima às estações de metrô Consolação e Paulista | Club Coworking

Diariamente, milhões de pessoas acessam as estações que cobrem os quase três quilômetros de extensão da Avenida Paulista sem prestar atenção na arquitetura, que faz do metrô paulistano um dos mais premiados do mundo, e nas obras de arte de grandes artistas, acessíveis a todos os usuários. Que tal olhar esse cenário com outros olhos?

O metrô de São Paulo é reconhecido como um dos melhores e maiores do mundo. A malha metroviária possui seis linhas, totalizando 84 estações e quase 100 quilômetros de extensão. A rede está integrada à Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), interligando todas as regiões da cidade com uma tarifa única e sem perda de tempo no trânsito. Esse alcance, até mesmo a regiões mais remotas da maior cidade brasileira, ainda deve ser ampliado com as obras de extensão que estão em andamento e serão entregues nos próximos dois anos.

Leia também: Da Paulista ao Aeroporto: como chegar nos principais terminais aéreos

Um pouco da história do Metrô

A identidade visual do metrô paulistano foi desenvolvida pelos arquitetos e professores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) João Carlos Cauduro e Ludovico Martino, em 1967. O projeto padronizou visualmente as primeiras linhas inauguradas na década de 1970 e até hoje norteia a aparência da marca, das estações e das sinalizações para os usuários.

Projetos sociais e culturais

É claro que, ao longo de quase cinquenta anos, houve modernizações nos trens, nos serviços e nas instalações. Além disso, mesmo seguindo um padrão visual homogêneo, cada estação tem suas particularidades, seja de espaço físico, seja de intervenções.

Com uma frequência diária de mais de 5 milhões de passageiros, o metrô abriga ações sociais, como as campanhas de vacinação e do agasalho, e ações destinadas ao lazer dos usuários como a Linha da Cultura, que promove shows, exposições e diversas outras intervenções artísticas nas estações. O projeto inclui ainda painéis com poemas de escritores consagrados expostos nos acessos às plataformas.

A linha Verde e as estações da Avenida Paulista

Em operação desde 1991, a Linha 2 – Verde do Metrô une as estações Vila Madalena (zona Oeste) e Vila Prudente (zona Leste) e deve, no futuro, chegar ao município de Guarulhos. Uma curiosidade é que, apesar do nome, a Linha Verde foi a terceira a ser construída — a segunda foi a linha Vermelha.

A Linha 2 – Verde também é chamada de Linha da Paulista justamente por percorrer toda extensão da avenida. Nesse trecho em específico há três estações separadas, em média, por 1 km umas das outras.  Essa disposição facilita o acesso a um importante centro comercial da cidade, composto também por consulados, escolas, hospitais e por um vasto corredor cultural, que inclui cinemas, galerias de arte, casas de cultura, auditórios e museus.

Leia também: Conheça ótimas opções de restaurantes na Avenida Paulista

Estação Consolação

Inaugurada há quase 20 anos, Estação Consolação, primeira das estações de metrô da Avenida Paulista tem saídas ao lado da Rua Augusta e em frente ao Conjunto Nacional. Ela recebeu este nome em referência à avenida vizinha, que era o principal ponto de referência.

Para não haver confusão entre os usuários, optou-se por manter a nomenclatura com a abertura de uma estação da Linha 4 – Amarela, na Rua da Consolação, que, seguindo o mesmo critério de referência geográfica, passou a se chamar Paulista. As duas são interligadas no subterrâneo por um corredor de cerca de 80 metros de comprimento.

A estação Consolação é a única da rede a ter uma loja exclusiva do Metrô, onde é possível comprar diversos tipos de souvenires, como chinelos com o mapa das linhas, camisetas estampadas com placas das estações, pins com o símbolo da companhia e outros produtos personalizados da marca.

Mas o grande destaque são os painéis da artista plástica Tomie Ohtake (1913-2015), instalados em frente à plataforma sentido Vila Prudente, que retratam as estações do ano — primavera, verão, inverno e outono — por meio de quatro cores principais: verde, amarelo, azul e vermelho. Esse é um dos poucos trabalhos da pintora e escultora nipo-brasileira que utiliza a técnica de mosaico, com tésseras de vidro. Maior das três estações de metrô da Avenida Paulista, a Consolação tem uma área de mais de 10 mil m² e está ao lado de outros pontos turísticos importantes, como o Instituto Moreira Sales da Paulista e o Instituto Cervantes. Essa também é a estação mais próxima do Club Coworking, estrategicamente posicionado no coração da cidade, com uma das melhores infraestruturas urbanas da capital paulista.

Estação Brigadeiro

Localizada na altura do número 300 da avenida Paulista, a Brigadeiro é a menor das estações do eixo, com uma área de quase 9 mil m². Quem percorre a Paulista em busca de entretenimento deve usar a parada para chegar ao Itaú Cultural, Casa das Rosas, Japan House e Sesc Paulista. Essa também é a estação mais próxima do Hospital Santa Catarina e destino para quem vai ao bairro da Bela Vista.

Trianon/MASP

O projeto da estação Trianon/MASP foi realizado pelo arquiteto Roberto McFadden. Ao todo, são 9.290 m² distribuídos em dois mezaninos e plataforma central. Nas plataformas laterais há dois painéis do artista visual Wesley Duke Lee intitulados “Um Espelho Mágico da Pintura no Brasil” com 40 metros de extensão. Já na plataforma central está a escultura “Pássaro Rocca”, de Francisco Brennand, com quase três metros de altura.

Além de estar à frente do Parque Trianon, um pedacinho da Mata Atlântica no coração de São Paulo, a estação Trianon/MASP também dá acesso ao MASP e ao Centro Cultural Fiesp. Essa também é a parada ideal para se chegar à avenida 9 de Julho, que vai do centro de São Paulo à a venida Brigadeiro Faria Lima, no Jardim Europa.

A partir do Club Coworking da Avenida Paulista, a alguns passos do metrô Consolação, você pode chegar em minutos ao centro de São Paulo, à zona Sul da capital e à região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, importante reduto financeiro de São Paulo. Aliás, poder encontrar tudo o que se precisa com facilidade desfrutando de momentos de apreciação é uma das várias vantagens de se trabalhar na Paulista!

Como chegar da Av. Paulista aos principais pontos de São Paulo?

Pessoas aproveitam final de tarde no Parque Ibirapuera – Como chegar da Av. Paulista aos principais pontos de São Paulo | Club Coworking

São Paulo é sinônimo de negócios, mas também oferece um leque de atividades culturais, esportivas e gastronômicas que merecem ser aproveitadas. Se estiver na capital, vale arrumar um tempinho para conhecer essa outra face da maior cidade da américa latina.

São Paulo é a capital brasileira do trabalho e um dos principais destinos nacionais para o turismo de negócios. Mas, para quem encontra um tempinho, a cidade também reserva um leque de atrações e de entretenimento à altura das principais metrópoles do mundo. As possibilidades de acesso a esses pontos da cidade são múltiplas, tanto para os habitantes fixos, quanto para os milhões de turistas que chegam para compromissos profissionais ou a passeio.

A maior cidade da América Latina conta com mais de mil linhas de ônibus e com um complexo de metrôs que percorre quase 100 km do município. Incentivando o ciclismo como meio de transporte urbano, São Paulo ainda oferece 8 mil vagas nos bicicletários públicos instalados em vias urbanas e nos terminais de ônibus e estações de trem e de metrô, além de mais de 600 km de vias com ciclovia.

Da paulista para qualquer lugar

A região da Avenida Paulista é parte do centro estendido e um dos destinos mais procurados da capital de São Paulo tanto por concentrar empresas, como por sua vida cultural, social e gastronômica. Além disso, a Paulista é de fácil acesso, já que a região engloba diversos pontos de ônibus, com centenas de itinerários diferentes, e é servida pela linha verde do metrô.

Na Paulista ainda é possível solicitar táxis e carros por aplicativo em poucos minutos e, para quem gosta de pedalar, há pontos fixos onde se pode alugar uma bicicleta, pagando por hora ou por período. No aplicativo Bike Sampa, mantido pelo Banco Itaú, por exemplo, o preço do aluguel parte de R$ 4,30 para 30 minutos de uso. A entrega não precisa ser feita no local da retirada: basta que a devolução ocorra em uma outra estação de bicicletas do Itaú.

Como chegar da Avenida Paulista ao Aeroporto

Para quem chega de fora, o aeroporto de Congonhas é o mais próximo da Avenida Paulista – a apenas 15 minutos de carro ou 40 minutos de ônibus, sem trânsito. Se optar pelo transporte por aplicativo, a corrida custa em torno de R$ 15 fora dos horários de pico. Já o aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos, fica a pelo menos 40 minutos de carro ou a até duas horas nas opções de ônibus executivo e de transporte público (ônibus e metrô).

Já a partir dos dois terminais rodoviários de São Paulo, localizados nas zonas Norte e Oeste, a forma ideal de se chegar à Paulista é por meio do metrô. Isso porque as duas rodoviárias que atendem à cidade estão anexas a estações metroviárias: Tietê (Linha Azul) e Barra Funda (Linha Vermelha). A partir delas, é possível fazer a conexão para a Linha Verde e desembarcar em uma das estações de metrô da Avenida Paulista (Brigadeiro, Trianon/MASP e Consolação).

Passeios

Se você tiver tempo para explorar São Paulo, as opções são inúmeras partindo da Avenida Paulista. Durante o dia, uma visita ao Parque do Ibirapuera, que fica a uma distância de 3 km da Avenida Paulista, é uma boa pedida. Se tiver disposição para caminhar ou pedalar, você pode descer a avenida Brigadeiro Luís Antônio para encontrar a área arborizada de 158 hectares tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional.

Com jardins idealizados por Burle Marx e instalações projetadas por Oscar Niemeyer, o local oferece mais de 20 atrações que incluem o pavilhão da Bienal de Arte de São Paulo, o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Museu de Arte Moderna (MAM), o Museu Afro, a Oca e o Planetário. O parque também abriga espaços para exercícios físicos e para caminhadas contemplativas, playgrounds e vários espaços, como o jardim japonês, ideais para relaxar ou para ler ao som dos pássaros.

Cafés, restaurantes e vida noturna

O entorno da Avenida Paulista compõe uma parte importante do roteiro gastronômico de São Paulo com dezenas de cafés e alguns dos melhores restaurantes de São Paulo. Em uma caminhada pela região é possível viver experiências culinárias que vão desde um cafezinho básico a pratos consagrados da cozinha internacional.

As opções para uma saída noturna incluem espetáculos teatrais no Teatro Gazeta, no Centro Cultural FIESP e no SESC da Avenida Paulista e cinema para todos os gostos: desde o tradicional Reserva Cultural até redes espalhadas pelos diversos shoppings da região. Também é possível desfrutar da vida boemia paulistana nos bares, danceterias e baladas das regiões dos Jardins, Cerqueira Cesar, Bela Vista e Baixo Augusta.

Aos domingos, a Paulista em si é uma atração à parte. Nesses dias, a avenida é fechada para os carros e os três quilômetros de via pública se transformam num imenso parque a céu aberto. O espaço é ocupado por apresentações de rua que vão do jazz ao samba, por feirinhas artesanais, Food Trucks e uma série de atividades culturais gratuitas para todas as idades. No entanto, atualmente, por conta da pandemia da Covid-19, as programações dominicais da Paulista estão temporariamente suspensas.

Para se aventurar na cidade

Também é possível partir da avenida Paulista para outras atrações da cidade de São Paulo. Para chegar ao burburinho da Vila Madalena passando pelo centro velho, por exemplo, gasta-se menos de 15 minutos de carro. No trajeto, é possível apreciar imponentes prédios do início do século XX, como os edifícios da Bolsa de Valores do Estado de São Paulo (BOVESPA), do Centro Cultural Banco do Brasil e da Pinacoteca do Estado.

No finalzinho da Avenida, a poucos metros da estação Consolação do metrô, o Club Coworking da Paulista está no centro de tudo, facilitando aquela “fugidinha”. Essa é a prova de que, apesar da fama, São Paulo é muito mais que uma cidade de negócios!

Onde comer na Paulista: seis dicas imperdíveis de restaurantes

Prato com comida sobre a mesa de um restaurante | restaurantes na paulista - Club Coworking

Há uma ampla oferta de restaurantes, bares e lanchonetes na região da Avenida Paulista: opções para refeições rápidas, para um almoço mais prolongado, e uma diversidade gastronômica que vai do mais simples sanduíche a elaboradas receitas da cozinha internacional. Escolhemos seis sugestões bem pertinho do Club Coworking Paulista para abrir seu apetite!

Que São Paulo é um dos principais centros gastronômicos do planeta não se discute. A cidade é reconhecida por turistas e autoridades no assunto e já conquistou prêmios nacionais e internacionais. O mais recente é o título de capital mundial da gastronomia 2020, conferido durante a abertura do 10º Cihat (Congresso Internacional de Hospedagem, Gastronomia e Turismo), no Memorial da América Latina, por membros dos 43 países representados na cidade com pelo menos um restaurante de comida típica.

Dados oficiais do município, divulgados pelo Observatório de Turismo e Eventos — núcleo de estudos e pesquisas da São Paulo Turismo (SPTuris), apontam que a capital paulista possui mais de 15 mil opções de restaurantes, com uma variedade de quase 60 tipos de cozinhas diferentes — da carne mal passada à comida vegana —, incluindo comidas típicas de outros países. Segundo o levantamento, realizado em 2015, 75,7% dos turistas brasileiros e estrangeiros avaliam a gastronomia da cidade como ótima ou boa e 23,9% dos visitantes vêm à capital paulista em busca de experiências gastronômicas.

Não é só a variedade gastronômica que chama atenção, mas a qualidade dos pratos. Hoje, a cidade conta com diversos estabelecimentos bem colocados em guias como o Guia Michelin, principal ranking mundial para classificação de restaurantes, que pontua, com uma, duas ou três estrelas, locais que atendem aos rígidos critérios de avaliação da equipe julgadora. Um deles é o D.O.M, do chef Alex Atalla, detentor de duas estrelas Michelin e eleito também como sétimo melhor restaurante do mundo em 2014 pela revista inglesa The Restaurant.

Restaurantes na região da Paulista são uma boa pedida

A região da Avenida Paulista abrange o circuito dos Jardins, o baixo Augusta e parte da Bela Vista, e conta com uma grande quantidade de restaurantes com opções para diferentes tipos de público e paladares. Para atender a população diversificada que frequenta e mora na região, a oferta é ampla, incluindo cozinha brasileira, internacional, contemporânea e de influências étnicas, como as gastronomias judaica e tailandesa.

Alguns dos melhores e mais tradicionais restaurantes de São Paulo estão próximos à Avenida Paulista, oferecendo alternativas para quem tem horário flexível e pode ter um almoço elaborado, ou está com o tempo apertado e precisa de uma refeição rápida. Há no cardápio lugares de perfil executivo, como o self service do Viena, no Conjunto Nacional, e a unidade Galleto´s da Alameda Santos, até o estrelado D.O.M, um dos mais caros do Brasil. Conheça algumas boas alternativas entre as centenas de opções da região.

Leia também: Elegemos as seis cafeterias mais bacanas da Av. Paulista

Comida de Rua

Cada vez mais, as barraquinhas de rua vêm dando espaço a Food Kombi, Bike e Trucks. Na rua Augusta, sentido centro, 10 deles estão reunidos no Calçadão Urbanoide, um espaço modernoso onde você pode encontrar de burgers a pratos típicos. Nesse espaço colorido e multicultural há comida peruana a partir de R$ 20, tailandesa, por R$ 25 e paraense a partir de R$ 10.

Calçadão Urbanoide — Rua Augusta , 1291Funcionamento:
Diariamente, das 12h às 22h (horário reduzido devido à pandemia da Covid-19)

Um clássico paulistano

Inaugurado em 1956, o restaurante Frevo funciona em dois endereços, já completou bodas de diamantes na cena paulistana e é carinhosamente chamado de “Frevinho” por paulistanos “raiz”. O espaço mantém a mesma decoração e continua com o mesmo cardápio de décadas atrás, com pratos bem servidos e sanduíches clássicos como o Beiruth à moda da casa, que leva roastbeef, queijo derretido, presunto, rodelas de tomate e orégano, servido em um pão sírio bem fininho (R$ 69 no combo com fritas que serve duas pessoas). Mas se quiser uma opção de prato, o filé à parmegiana (R$ 43) faz sucesso entre os clientes.

Frevo Augusta — Rua Augusta, 1563
Frevo Oscar Freire — Rua Oscar Freire, 588
Funcionamento:
Diariamente das 10h30 às 23h

Para ver e ser visto

Cravado no meio da praça entre os prédios do complexo da Caixa Econômica Federal, na esquina da Avenida Paulista com a Rua ministro Rocha Azevedo, o Spot tem fachada toda em vidro e fica em frente a uma fonte iluminada. Com projeto arquitetônico assinado por André Vaine, é literalmente uma vitrine para quem quer ser notado num espaço disputado e barulhento.

A culinária é contemporânea e inclui salmão, costelinha flambada e truta com manteiga e amêndoas, além de clássicos como os steaks poivre e béarnaise, risotos, massas e drinques. Destaque para o penne melão e presunto cru, com creme de leite, manteiga e suco de limão (R$ 68 a meia porção ou R$ 89 a inteira), um dos pratos mais pedidos do local. Para não enfrentar filas, é melhor fazer reserva.

Spot — Alameda Min. Rocha Azevedo, 72
Funcionamento:
De segunda a sexta, das 12h às 14h30
Sábados e domingos, das 12h às 16h
Jantar todos os dias das 18h30 às 22h

Comida e cultura

Em São Paulo, otimizar a saída é uma boa solução para fugir do trânsito e ganhar tempo, especialmente na Avenida Paulista, que em toda a sua diversidade concentra dezenas de museus e casas de cultura. A maioria tem visitação gratuita e tem espaços para comer ou tomar café, como é o caso do MASP.

No subsolo do museu, pode-se conferir a fusão das cozinhas baiana e mineira no Baianeira, da chef Manuelle Ferraz, nascida na divisa dos dois estados. Além da vista linda da Avenida 9 de julho, o espaço oferece pratos coloridos e bem temperados que trazem referências do sertão brasileiro.

A Baianeira — Av. Paulista, 1578
Funcionamento:
De terça a sexta, das 11h30 às 15h
Sábados, das 11h30 às 16h
Domingos, das 10h às 16h

Padrão Masterchef

Outra opção que é a cara do entorno é o SAL Gastronomia, uma das casas do chef, músico e jurado do Masterchef Henrique Fogaça. Com ambiente industrial, do lado da Galeria Vermelho, o espaço apresenta opções de menu degustação que variam de R$ 167 a R$ 308. Apesar do estilo durão que mostra na TV, Fogaça esbanja simpatia e costuma andar pelo salão conversando com os clientes.

Sal Gastronomia — R. Minas Gerais, 352
Funcionamento:
Almoço
De segunda a sexta, das 12h às 15h
Sábados e domingos, das 12h às 17h
Jantar
Terça a sábado, das 19h às 23h

Estamos pertinho de tudo. Vem!

O Club Coworking está estrategicamente localizado na Avenida Paulista, entre a Rua Augusta e a Rua da Consolação, pertinho de tudo! Caminhar pelos nossos arredores ainda pode levar você aos tradicionais Rodeio, Lellis Trattoria e Figueira Rubayat, entre outros endereços que ajudaram a consagrar São Paulo na rota mundial da gastronomia.

Além do roteiro destacado nesse artigo, você não precisa andar muito para experimentar um taco típico mexicano do Tollocos ou a cozinha portuguesa do A Bela Sintra. O menu francês é representado na região pelo também estrelado Chef Rouge; o Arábia traz no Brasil o autêntico sabor do Oriente Médio e, para quem não dispensa um bom sushi, as opções são inúmeras como o restaurante Aizomê, localizado dentro da Japan House São Paulo.

Deu fome? Bon Apetit!

Trabalhando na Paulista? Saiba onde tomar um bom café!

Duas xícaras de café com latte art sobre uma mesa acompanhada de vasos de plantas | Cafés na Paulista - Club Coworking

Um dos principais centros financeiros de São Paulo, a Avenida Paulista tem vida intensa. São cerca de 200 mil moradores e uma população flutuante que ultrapassa 1 milhão de pessoas por dia. Para atender o público diversificado que frequenta a região, não poderiam faltar cafeterias que oferecem, inclusive… café!

A Avenida Paulista é muito mais que um cartão postal da cidade de São Paulo. Ela é um ecossistema onde pessoas vivem, trabalham, transitam ou simplesmente buscam alternativas de lazer.

Para se ter uma ideia, o tradicional espigão, com mais de 120 anos de idade, comporta um fluxo diário de 1,5 milhão de pessoas, mais do que a população de grandes capitais brasileiras. Cada um dos 18 quarteirões ao longo de quase três quilômetros de extensão tem características próprias, identificadas pelos transeuntes e pelo comércio local.

Símbolo da modernidade e primeiro coração financeiro da cidade, a Paulista ainda preserva parte da história paulistana, abrigando alguns dos antigos casarões que marcaram época , como residências de famílias de imigrantes que ajudaram a construir a cidade.

Sobrenomes como Matarazzo, Rizkhalla, Assad, Schaumann, Weizflog, Von Bullow, Thiollier, Klabin, Crespi, Siciliano, Gamba, Scarpa, entre outros, residiram no endereço nobre, que também foi escolhido por cafeicultores abastados, conhecidos como Barões do Café, no início do século 20.

Veja também: 6 dicas imperdíveis de restaurantes na região da Av. Paulista

Algumas opções de cafés na Paulista para você

A mais paulista das avenidas é destino certo para quem quer tomar um cafezinho especial, a qualquer hora do dia. Do balcão do boteco à cafeteria gourmet, sobram opções para todos os gostos, bolsos e estilos. A região oferece centenas de locais onde se pode degustar a bebida quente, fria, pura, com leite ou outros acompanhamentos, aromatizada e, até mesmo, em forma de drink.

Entre as muitas cafeterias existentes entre o percurso que vai do Paraíso à Consolação, encontram-se desde franquias como Starbucks, Casa do Pão de Queijo e Café do Ponto, a lugares mais exclusivos e sofisticados. Neste post, contamos para você quais são os seis estabelecimentos que acreditamos que merecem uma visita!

1. Caffè Ristoro

Anexo à Casa das Rosas, construção tombada pelo patrimônio histórico, o Caffè Ristoro é um oásis cercado por um imenso jardim, em um icônico palacete projetado na década de 1930 pelo arquiteto Ramos de Azevedo. O cardápio é extenso, com doces e salgados, além de pratos da gastronomia italiana. Se você quiser dar uma fugidinha à tarde para um café na Paulista ao som de passarinhos, em plena avenida Paulista, esse é o destino!

Na happy hour, vale a ousadia de um Café Freddo com licor Baileys (R$ 20). Mas, se precisar voltar ao batente, o Café Shake (expresso batido com suco e sorvete de creme), por R$ 16, é uma excelente pedida.

Caffè Ristoro: Av. Paulista, 37 (Paraíso)
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta, das 9h às 22h
Sábados: das 10h às 22h
Domingos e feriados: das 10h às 19h

2. Café Mestiço

O Café Mestiço traz a marca do badalado restaurante étnico de mesmo nome. Localizado na sobreloja da Livraria Martins Fontes, na esquina da Avenida Paulista com a Rua Brigadeiro Luis Antônio. Com ambiente “descolado”, o espaço oferece, além do café, pratos consagrados da chef Ina de Abreu, inspirados na culinária Tailandesa. Destaque para o famoso Krathong Thong, uma cestinha de massa crocante, recheada com frango, milho e especiarias (R$ 18,00 a porção).

Você também pode tomar um expresso ou cappuccino acompanhado por outras guloseimas, que vão de um simples folhado de queijo branco (nem tão simples assim) a um super brigadeiro de chocolate belga.

Café Mestiço: Av. Paulista, 508, loja 24 (Bela Vista)
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta, das 8h às 21h30
Sábados: das 9h às 21h30
Domingos e feriados: das 10h às 19h30

3. Café Impresso

No mesmo conjunto comercial do Café Mestiço, está o Café Impresso, onde é possível encontrar receitas especiais de cafés, como o mocha de caramelo e o macchiatto, além de opções geladas. A loja é pequena e tem ambiente intimista. A bebida pode ser acompanhada por pães de queijo e bolos caseiros. Vale a pena apostar nos combos (R$ 12 o café Impresso – com essência de baunilha – e um pão de queijo).

Café Impresso: Av. Paulista, 513, sobreloja (Bela Vista)
Horário de funcionamento:
Segunda a Sexta: das 8h às 18h
Sábados: 11h às 17h

4. Café Creme

Localizado na galeria que fica na esquina com a Joaquim Eugênio de Lima, o Café Creme abriu as portas em 1988 e é uma das primeiras cafeterias da Avenida Paulista. No começo, o local erauma charutaria e oferecia café para acompanhar os charutos e cigarrilhas que eram consumidos ali mesmo. Apesar da proibição de se fumar em locais públicos, o Café Creme ainda vende os produtos que deram início ao negócio. Mas no antigo fumódromo, hoje são servidos pratos rápidos e saborosos, além de uma seleção de cafés criativos como o Dadinho, a base de pasta de amendoim (R$ 9,90).

Café Creme: Av. Paulista, 807, loja 7 (Bela Vista)
Horário de funcionamento:
Diariamente das 11h às 22h

5. Pâtisserie Douce France

Um pouco mais à frente, dentro do imponente prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), está a premiada Patisserie Douce France, consagrada duas vezes a melhor doceria da cidade pela revista Veja São Paulo. Responsável pela criação de doces e salgados magníficos que acompanham xícaras de café quentinhas, o chef confeiteiro Fabrice Le Nud foi eleito seis vezes consecutivas, pela revista Gula, o melhor Chef Patissier do ano de São Paulo.

Como sugestão, você pode optar pelas quiches (R$ 21) para acompanhar o café expresso, ou degustar os bombons artesanais produzidos na casa.

Patisserie Douce France: Av. Paulista, 1313, sobreloja (Jardim Paulista)
Horário de funcionamento:
Diariamente das 8h às 20h

6. Kop Koffee

Quem gosta de café, mas também é louco por chocolate, não pode deixar de conhecer a Kop Koffee, que fica na esquina da Paulista com Rua Frei Caneca e oferece combinações inusitadas de cafés com o chocolate Kopenhagen. Se você não está de dieta, que tal provar um Cappuccino Língua de Gato (Café, leite, trufa Língua de Gato, chocolate Língua de Gato e chantili)?

Kop Koffee: Av. Paulista, 1499
Horário de funcionamento:
Diariamente das 8h às 20h

Nosso café também é sucesso!

Listamos apenas alguns dos muitos locais onde se pode parar para relaxar um pouco,  observar o clima fervilhante de uma avenida que não dorme ou encontrar aquele cliente ou pessoa especial.

A Avenida Paulista também é um dos endereços do Club Coworking, um espaço projetado para te ajudar no crescimento dos seus negócios e a criar um networking com outros profissionais que seguem a tendência do coletivo e buscam interagir em um ambiente moderno e sofisticado, ao mesmo tempo confortável e acolhedor.

Nosso tradicional e elogiado cafezinho de coador está sempre fresquinho, para garantir que nossos clientes não precisem interromper o trabalho, mas também temos opções de expresso para quem prefere uma carga de cafeína mais forte.

Sinta-se convidadíssimo para conhecer nosso espaço e degustar conosco o café de sua preferência.

Esperamos você! Fale conosco e ganhe uma diária gratuita!