São os recursos humanos que fazem a roda girar. Empresas que oferecem a melhor experiência aos seus profissionais conquistam times mais integrados e alcançam melhores resultados.

Empresas que contam com um time de profissionais qualificados e aderentes ao negócio são mais competitivas. Para se ter uma ideia, estudo da consultoria McKinsey aponta que, dependendo da complexidade do trabalho, um “talento superior é até oito vezes mais produtivo que uma pessoa de desempenho médio”.

No entanto, a atração e a retenção talentos — num cenário em que oferecer a melhor experiência ao colaborador é sinônimo de produtividade — são desafios que exigem assertividade na escolha e no aprimoramento das equipes.

Identificando talentos

Conhecer os pontos fortes e as fraquezas do candidato é a premissa para entender como cada talento pode ser melhor aplicado no desenvolvimento do negócio. A gestão de competências é uma área cada vez mais importante nos departamentos de RH, implementando processos e ferramentas de avaliação e motivação de equipes para obter o aproveitamento máximo das habilidades e competências de cada um, a serviço do todo.

Valorização do capital humano

Organizações empenhadas em incorporar e manter profissionais de alta performance em seus quadros investem em capital humano e na qualidade de vida dos colaboradores como atrativo na hora da atração e retenção de talentos.

Para aumentar os índices de fidelidade entre os recursos humanos é preciso manter a motivação, afinal, pessoas satisfeitas no trabalho costumam ser mais engajadas com resultados e alinhadas aos valores corporativos. Iniciativas que promovam o bem estar do colaborador, bem como treinamentos, reciclagem e planos de carreira são medidas que ajudam companhias a manter equipes motivadas.

Melhores locais para se trabalhar têm mais valor de mercado

Além de serem mais atraentes aos melhores talentos, empresas que associam sua marca à percepção de “um bom lugar para se trabalhar” passam a ideia de solidez e aumentam seu valor de mercado. Por isso, muitas companhias aumentaram investimentos no Employer Branding, levando a missão de selecionar e preparar pessoas para além dos domínios do Recursos Humanos, envolvendo outras áreas como marketing e comunicação.

Interação e colaboração

Pesquisas mostram que ambientes colaborativos são mais propícios para o desenvolvimento das habilidades e competências, e empresas que promovem interação entre seus funcionários e atuação em equipe relatam melhor desempenho nas operações.

Nesse sentido, um trabalho estruturado de gestão de pessoas, com aproveitamento dos talentos em suas individualidades, eleva o nível do desempenho, fundamentado no compartilhamento de ideias e foco no objetivo comum. Além disso, uma comunicação interna eficaz e transparente costuma aumentar o engajamento e reforçar a interação da empresa com seus colaboradores.

Reconhecimento

Se por um lado estimular a troca de experiência entre os colaboradores amplia o capital intelectual corporativo, por outro, o desligamento gera despesas e implica na perda de informações estratégicas que podem até ser levadas a um concorrente.

Não por acaso, organizações que implementam políticas de reconhecimento dos profissionais pelos resultados alcançados, seja por meio de premiações, bônus ou promoções, têm mais sucesso na redução do turnover e maior estabilidade operacional.

Trabalho remoto e híbrido

Com o distanciamento social e a transformação digital acelerada pela pandemia da Covid-19, muitas companhias adotaram o novo modelo operacional remoto, possibilitando ao funcionário trabalhar de sua própria casa, ou em qualquer lugar. No entanto, na prática o home office não se sustenta em longo prazo, pois apresenta desvantagens em todos os lados.

Já é consenso que a tendência mais forte de se consolidar nas empresas é modelo híbrido de trabalho, que intercala jornadas remotas e presenciais. Pesquisa feita pelo aplicativo de reuniões virtuais Zoom em parceria com a SurveyMonkey apontou que aproximadamente dois terços (65%) dos entrevistados que trabalharam de casa em 2020 preferem atuar no formato híbrido. Desses 65%, 33% preferem trabalhar principalmente no escritório, enquanto 32% trabalhariam maior parte do tempo em casa.

Nesse contexto, prover aos times workplaces eficientes, que garantam acesso a aplicações e documentos críticos para as atividades diárias é uma das necessidades que surgiram com esse novo normal.

Coworking: workplace on demand com as comodidades do escritório fixo

A necessidade de entregar ambientes de trabalho integrados e colaborativos leva empresas a buscarem alternativas para modernizar a infraestrutura e ao mesmo tempo reduzir espaços físicos. Entre as opções, há locais de trabalho compartilhados, com todas as comodidades de um escritório, sem que sobrem ou faltem estações de trabalho.

Os coworkings são ideais para o modelo de trabalho híbrido, uma vez que torna possível a alocação de workplaces de acordo com a demanda, onde se paga apenas pelo que se usa. Em São Paulo, o Club Coworking oferece uma infraestrutura robusta, com salas de reunião, lounge e bancadas, em ambiente propício ao networking e à colaboração.

Com dois endereços estratégicos em São Paulo — na região das Avenidas Paulista e Brigadeiro Faria Lima, o Club Coworking provê toda a estrutura necessária para o trabalho remoto, de internet banda larga ao cantinho do café, sempre abastecido com um tradicional cafezinho de coador. O Club Coworking tira das empresas a responsabilidade de administrar um espaço físico, minimizando gastos recorrentes com aluguel, internet e limpeza, entre outras despesas mensais. Desta forma, sobra mais recursos para elas investirem em seus talentos.

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