TV Record mostra como empresas vêm reduzindo custos ao adotarem trabalho em coworking e home office

A diretora de Operações e Novos Negócios do Club Coworking, Patrícia Coelho, participou de uma matéria exibida no Jornal da Record, no dia 19 de dezembro de 2020, para falar como o uso de espaços compartilhados de trabalho e o sistema de home office vêm reduzindo significativamente os custos das empresas.

A reportagem mostrou que a solução tem sido adotada por empresas de pequeno e médio porte, e até multinacionais. A japonesa HIS Travel, por exemplo, contabilizou uma economia de 52% nos seus custos fixos em São Paulo ao contratar um espaço para seus funcionários no Club Coworking.

Nossos clientes chegam no computador, sentam e trabalham. A internet está funcionando, assim como a limpeza, a estrutura, a manutenção, a recepção, o atendimento… O foco deles é ganhar em produtividade para atender seus clientes, enquanto a estrutura do escritório fica por nossa conta”, explica Patrícia Coelho.

Roberta Vasconcellos, CEO da nossa plataforma parceira de contratação de coworkings BeerOrCoffee, destaca os benefícios que as empresas obtêm ao contratar um espaço de coworking para suas equipes, que vão além da economia financeira.

A tendência é ter cada vez mais flexibilidade. Pagar só pelo o que você usa, ter tudo incluso, não se preocupar com questões que não estão no foco da sua empresa e deixar que alguém cuide de tudo (da infraestrutura e manutenção) para você”, diz Roberta.

A TV Record  também mostrou que a alocação de funcionários em espaços de trabalho alternativos foi uma tendência acelerada durante a pandemia da Covid-19, mas que deve continuar em alta. Isso porque, com a possibilidade de compartilhar os custos da infraestrutura do escritório com outras empresas, os empresários alcançam maior desempenho e economia, enquanto os colaboradores ganham em felicidade e qualidade de vida, pela possibilidade de trabalharem mais perto de casa.

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Club Coworking é destaque em matéria do Estadão

Se a busca de empresas de todos os setores e portes por espaços de trabalho compartilhados já era uma tendência em ascensão no Brasil, a pandemia do Covid-19 mostrou que os Coworkings vieram mesmo para ficar.

A matéria “Coworkings veem no trabalho flexível oportunidade de retomada”, publicada no Estadão de 28 de outubro de 2020, mostrou que empresas de grande porte de setores convencionais têm apostado nas facilidades de um espaço de Coworking para alocar equipes, de forma alternada, em tempos de distanciamento social.

Ocupados majoritariamente por pequenas empresas, startups e profissionais liberais antes da pandemia, agora empresas maiores começam a ver nesses espaços oportunidades de flexibilização de locais de trabalho para suas equipes, otimização de recursos financeiros e humanos, contratação de talentos sem limites geográficos e inúmeras outras facilidades.

Além de ter se mostrado uma excelente alternativa para as empresas maiores durante a pandemia, os espaços de coworking possibilitam uma nova forma de trabalho que segue a tendência de squad office (modelo organizacional que consiste em dividir a empresa em pequenos times multidisciplinares).

Patrícia Coelho, nossa diretora de Operações, colaborou com a reportagem comentando essas novas tendências, que inclui a possibilidade de profissionais complementarem a experiência do home office com o trabalho em ambiente presencial com excelente infraestrutura, como as unidades do Club Coworking da Avenida Paulista e Avenida Faria Lima, em São Paulo.

Leia a matéria Coworkings veem no trabalho flexível oportunidade de retomada no Estadão (exclusivo para assinantes).

Conheça nossos planos e vantagens para empresas de portes variados.

Na foto: da esquerda para direita: Patrícia Coelho, diretora de operações do Club Coworking e Roberta Vasconcellos, CEO da startup BeerOrCoffee  –  Foto realizada por: Cleiby Trevisan (Estadão)

Os segredos dos maiores CEOs do mundo para manter o foco

coworking

É difícil manter a concentração? Você parece ter perdido o foco e a capacidade criativa? Saiba que isso não é tão raro de acontecer, especialmente quando estamos preocupados, ansiosos ou inquietos por algum acontecimento.

Nessas horas, vale a pena lançar mão de dicas de quem entende melhor do que ninguém o mundo da produtividade. Que tal saber o que pensam os maiores CEOs do mundo e como eles conseguem manter o foco?

Dizem que pequenos hábitos são o segredo do sucesso. Então, que tal mudar os seus para se tornar mais produtivo?

Jack Dorsey, presidente do Twitter e CEO da Square

O executivo diz que é fundamental escolher um tema para cada dia. No caso dele, que precisa cuidar de duas empresas, sua programação funciona assim: as segundas-feiras são dedicadas à gestão; terças são focadas em produtos: quartas são para marketing e comunicação e assim por diante. Assim, você cria uma rotina e disciplina para manter o foco.

Larry Page, CEO do Google

Um dos CEOs mais reconhecidos do mundo recomenda passar um dia da semana com apenas um aparelho móvel. O executivo do Google diz que se força a passar grande parte do dia sem usar o computador – apenas com smartphone.

Ele incentiva seus engenheiros e gerentes de produtos a fazerem o mesmo, mantendo o foco da empresa no celular. Aqui, vale a pena só prestar atenção para não gastar muito tempo nas redes sociais em vez de trabalhar, ok?

Phil Libin, CEO da Evernote

Sabe quando você aproveita cada minutinho para trabalhar e recuperar o tempo perdido. O executivo da Evernote diz que não tem mais o hábito de trabalhar em viagens de avião, por exemplo. Ele usa esse tempo para relaxar, ver filmes, dormir ou jogar.

Chad Dickerson, CEO da Etsy

Esse executivo da ETSY diz que possui sistema para tudo – desde o controle de seu e-mail à organização de cartões que recebe em eventos. Uma dica que ele dá é escrever os nomes em sua agenda e acrescentar anotações sobre como e onde conheceu aquela pessoa e sobre o que eles conversaram.

Assim, se precisar estabelecer um contato no futuro, poderá citar especificamente a conversa.

E aí? Deu para se inspirar nesses profissionais de sucesso? Adapte essas ações ao seu dia a dia e veja como é possível ser mais produtivo com as ações certas!

Como se livrar da “infoxicação”: excesso de notícias

Notícias, notícias, notícias… Em tempos de coronavírus, informar-se sobre precauções e medidas é fundamental, mas, se nos mantemos ligados aos noticiários por muito tempo, esse hábito pode trazer sérias consequências à nossa saúde mental, causando a “infoxicação”.

O excesso de notícias traz ansiedade, incomoda e pode até prejudicar nossa concentração no dia a dia. Outros sintomas muito relatados são insônia, pesadelos, depressão e tantos outros.

Controlar o acesso à informação é fundamental para manter a saúde mental em dia. Por isso, a seguir, veja como se livrar disso.

Como controlar a ansiedade frente à pandemia do coronavírus?

Para não se contaminarem com o vírus, muitas pessoas acabam se contaminando com notícias. São mensagens por redes sociais, televisão e tantas outras vias que nos prejudicam e causam ansiedade.

Por isso, para controlar essa ansiedade, é essencial não confiar em todos os “especialistas” que encontramos. Isso porque informações conflitantes trazem muito prejuízo às nossas mentes e causam insegurança.

Naturalmente, o ser humano já tende a ir para o lado negativo. A própria imprensa nos convoca a ir por esse caminho, porém, quando sentimos medo, nos desesperamos de alguma forma.

Uma forma de se evitar isso é buscar canais oficiais e de confiança para obter informação, além de restringir as fontes, filtrando melhor o que você recebe.

Há muitas pessoas tão impactadas por essas notícias de pandemia que entram em diversas paranoias, passando a acreditar em teorias da conspiração. Reações neuróticas também são comuns, visto que tudo passa a ser visto como ameaça à vida.

Como se livrar do excesso de notícias para dormir bem

São muitas as queixas de pessoas que não conseguem dormir bem diante das notícias de coronavírus, isolamento e repercussão do problema no mundo.

Para evitar que surjam pesadelos e outras perturbações, o ideal é conseguir manter o equilíbrio durante o dia, para manter esse padrão à noite. Se você passou por um dia ansioso e com angústia permanente, sua noite provavelmente será turbulenta.

Atividades físicas em casa ajudam muito a minimizar essas sensações. Todos tiveram que se readaptar e se reinventar. Portanto, encare essa fase como uma oportunidade de repensar hábitos – o que inclui o home office.

Outra medida para dormir bem em tempos de coronavírus é buscar conteúdos que sejam positivos. Que tal ver um filme ou documentário bem leve antes de ir se deitar? Deixe celular e redes sociais de lado e tente se distrair com algo positivo.

Lembre-se: o cérebro se impressiona com as últimas informações que recebe antes de dormir. Então, que tal impressioná-lo com coisas boas e positivas?

Como o WhatsApp interfere no seu desempenho profissional

Redes sociais, em geral, causam polêmica no ambiente de trabalho. No caso do WhatsApp, o aplicativo pode interferir no desempenho profissional e causar até demissões. Seu mau uso pode afetar a produtividade, comprometendo os resultados de uma pessoa ou toda uma equipe. 

Cuidar da linguagem utilizada, para evitar interpretações como assédio, bem como controlar seu uso para que não haja excessos, é primordial. Para garantir isso, bons treinamentos ensinam a lidar de forma saudável com o app.

Para se ter ideia do quão prejudicial o uso excessivo do WhatsApp pode ser, um estudo recente, conduzido no ano passado, nos Estados Unidos, por uma empresa de publicidade para celular, indica que, em média, as pessoas checam o aparelho 110 vezes por dia. 

Imagine isso durante o expediente e veja quanto tempo foi perdido com essa “distração”.

4 sinais de que o WhatsApp prejudica a sua vida

Existem alguns indícios de que você está se prejudicando com o uso excessivo do WhatsApp. Alguns deles são:

1. Dependência psicológica

Você pode sentir falta de controle e sensação de impotência diante do vício de sempre checar o aplicativo. Se você sente que se incomoda se não está online, conversando ou postando imagens, provavelmente já tem uma dependência psicológica do WhatsApp.

2. Falta de foco

Um profissional sem atenção e distraído pode trazer sérios problemas à empresa. Considerada “falta de profissionalismo”, essa atitude de sempre estar ligado ao WhatsApp definitivamente não pega bem.

3. Exposição desnecessária

Você precisa atentar para a forma de se comunicar com a equipe no grupo de WhatsApp. Os termos utilizados devem ser observados, especialmente se o celular utilizado é o da empresa. Lembre-se de que todo esse conteúdo depõe a favor ou contra você e não poderá ser apagado.

4. Comportamento antissocial

Quando uma pessoa negligencia tarefas e perde a qualidade do trabalho devido ao uso excessivo do WhatsApp é preciso atenção. Essa dependência pode, inclusive, trazer prejuízos a convívio social e familiar, bem como aos relacionamentos. A pessoa, em muitos casos, negligencia tarefas para se dedicar a esse “vício”.

Como evitar que o WhatsApp prejudique o seu trabalho

Existem algumas formas de garantir que o uso do WhatsApp se restrinja apenas ao essencial. A primeira delas é observar seu uso profissional e prestar atenção aos termos utilizados.

Mensagens inadequadas ou ofensivas podem gerar processos na justiça e até acusações de assédio. Por isso mesmo, é fundamental dizer o menos possível e sempre com atenção às palavras utilizadas para evitar duplas interpretações.

Outra medida recomendada é conhecer bem a política da empresa. Todas as companhias têm observações sobre o uso de redes sociais e celulares. Se a sua permitir, a dica é usá-los com cautela.

Se você usa o celular da empresa, cuidado redobrado. Lembre-se de que todo o conteúdo gerado e enviado pelo aparelho pode ser examinado pela companhia. 

E aí? Identificou algum comportamento suspeito nessa relação com WhatsApp e redes sociais? 

Todo cuidado é pouco na hora de utilizar essas ferramentas, extremamente úteis e, ao mesmo tempo, com grande potencial para prejudicar sua vida profissional. Mantenha o foco! 

AGENDE SUA VISITA NO CLUB COWORKING

Workshop Design para não Designers chega a São Paulo

No dia 18 de Maio (Sábado) a Supernova traz a São Paulo o workshop Design para não Designers. O workshop acontecerá no espaço Club Coworking e tem como objetivo transmitir os principais conceitos, técnicas e habilidades práticas de Design a quem não é formado na área. Afinal, entender desta área em um mundo cada vez mais conectado e visual torna-se fundamental para qualquer profissional.

Sucesso em edições passadas nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, Caxias do Sul e Santa Maria, o curso mescla teoria e prática e foca o ensino para a criação de materiais para mídias sociais, elaboração de apresentações, documentos e outros. Muito procurado por profissionais da Comunicação Social, Marketing, Jornalismo e empreendedores é uma oportunidade para agregar habilidades de uso diário e destacar a empresa, melhorar apresentações internas e externas e auxiliar na construção de cards para mídias sociais.

O workshop é ministrado pelos Designers gaúchos Marcelo Almeida e Eissom Fangueiro, sócios da Pocket Creative Lab, que tem passagens por grandes empresas como Grupo RBS, Studio MDA, Bertussi e empresas do exterior. Ao longo da carreira ambos receberam importantes premiações da ApDesign, incluindo menção honrosa em 2018 pelo projeto Service Design – Oi Pati.

Descrição do evento

O curso tem como objetivo transmitir noções básicas de design para profissionais, empreendedores, curiosos e auxiliá-los a trabalhar melhor sua marca, produto e imagem no mercadoDepois do sucesso que o curso teve nas edições realizadas em Porto Alegre, Florianópolis, Caxias do Sul e Santa Maria, lançamos a 9ª Edição na capital Paulista.

O curso é destinado àqueles que gostariam de trabalhar melhor sua identidade, produto ou serviço em materiais gráficos e redes sociais. Ao apresentar noções básicas de Design e ferramentas, o curso pode ser assistido por profissionais provenientes de qualquer área, pois serão abordados conceitos e ferramentais básicos para construção e aplicação dos conceitos de design.

Programação

– Conceitos e habilidades práticas para não esquecer;
– A Teoria Básica do Design;
– Atividades práticas para sair fazendo;
– O Power Point muito além da transição de Slides;
– O inferno das apresentações;
– Design para redes sociais – ferramentas e dicas para não fazer feio usando o Adobe Spark;
– Não invente a roda, vamos usar o que está pronto;

*em função dos exercícios práticos, faz-se necessário levar um computador (notebook).

Edições Anteriores

Depoimentos:

“ADOREI! Gostei bastante porque, confesso, estava com uma expectativa de ser algo mais superficial justamente por ser um curso voltado para leigos no assunto. No entanto, o conteúdo foi bem apresentado e explicado, tudo com bastante descontração. Estão de parabéns!”

“Para mim, que não tinha nenhuma noção teórica de design, o curso foi bem enriquecedor. Gostei de trazerem dicas de como fazer apresentações visualmente mais bonitas e organizadas, pois só havia visto curso de design para redes sociais até o momento.”

“Superou totalmente as expectativas! Embora longo, o curso super engajou e fez com que o tempo passasse voando! A dinâmica de trabalho foi muito bem pensada e a apresentação dos guris prendeu a atenção o tempo todo. Foi tudo ótimo!”

Quem ensina?

Senior Designer na Pocket Creative Lab, tem experiência com direção de arte em agências de publicidade além de projetos de sinalização para o mercado nacional e internacional. Graduado em design pela Universidade Feevale, dedicou sua pesquisa a aplicação de estudos culturais na comunicação e recebeu diversas premiações de design, da tipografia à brinquedos.

Sócio fundador da Pocket Creative Lab, um laboratório de criação e desenvolvimento de negócios. Empreendedor com formação em Design pela UFRGS e graduando em Administração de Empresas. Possui experiência em agências e escritórios de design e comunicação no Brasil e Alemanha. Com passagem pela RBS TV, foca sua trajetória profissional em planejamento e estratégias de crescimento.Fonte: https://lucianecosta.com.br/blog/design-para-nao-designers/

Essa reunião poderia ter sido um e-mail

Você já participou de reuniões que poderiam ter sido facilmente resolvidas com um e-mail ou ligação? Já aconteceu de você sentir que perdeu tempo fazendo algo que não era necessário?

Se isso já ocorreu com você, não se preocupe.

Grande parte das pessoas que trabalham em empresas têm dificuldade para identificar uma reunião que poderia ter sido um e-mail. Como, então, fazer isso e otimizar o seu tempo?

Mandar um e-mail ou agendar uma reunião? Eis a pergunta que leva dúvida a muitos profissionais. Para te ajudar nessa tarefa, elaboramos algumas dicas que ajudam a diferenciar esses momentos.

Conheça bem o fluxo de comunicação da sua empresa

Há muitas possibilidades de se trocar informações e alinhar projetos. E-mail, chat, reunião presencial, call, telefone, intranet…
O fundamental, no momento de identificar se a sua reunião poderia ser um e-mail, é avaliar as pessoas envolvidas no projeto. São muitos pontos de contato?

Então a chance de falhas e retrabalhos é maior.

Diante dessa necessidade, é primordial estabelecer um processo de comunicação eficiente entre todos os envolvidos. Assim, a gestão da operação fica muito mais eficiente.

Uma regra para chegar à melhor forma de concluir demandas e discutir
processos, de acordo com o PMBOK, é verificar a quantidade de pessoas
envolvidas no projeto.

Suponhamos que você tenha uma equipe com cinco pessoas. Nesse caso, o
volume dos canais de comunicação seria de dez canais de comunicação.

Um mesmo time lidando com múltiplos projetos geraria mais interações para gerenciar.

Avalie a possibilidade de adotar a comunicação interativa

A comunicação interativa é uma troca de informações multidirecional entre duas ou mais partes. Seu objetivo é promover um entendimento mais eficiente e, por isso, usa reuniões, telefonemas, videoconferências, etc.

Sua aplicação é indicada para quando há necessidade do famoso
“alinhamento”
. Nesse caso, o e-mail não funciona bem, pois são necessários canais de comunicação auditivos ou audiovisuais.

Pense nos benefícios da comunicação ativa (push)

A comunicação ativa compreende informações enviadas a destinatários
específicos. Ela garante distribuição das informações, mas não verifica se
chegaram ou foram compreendidas pelo público-alvo.

Exemplos são relatórios, e-mails, correio de voz, etc. Sua aplicação é indicada para registrar status ou solicitar dados. Se evoluir para uma o melhor é agendar uma reunião.

Utilizando a comunicação passiva (pull) a seu favor

Indicada para volumes elevados de informações ou público muito grande.
Isso porque essa forma de comunicação pede que os destinatários acessem o conteúdo da comunicação a seu critério.

Alguns exemplos dessa plataforma são intranet, e-learning, etc. Essa forma de comunicação, que substitui reuniões, é ideal para treinamentos, recepção de novos integrantes ou para esclarecer dúvidas frequentes.

Uma vantagem dessa modalidade é que, com ela, os aprendizados podem ser mais facilmente compartilhados.

Gostou das dicas? Com elas fica mais fácil de avaliar se uma demanda poderia ter sido resolvida de outra forma que não seja agendando uma reunião.

Nossa recomendação é olhar de forma diferente para cada necessidade e buscar a melhor alternativa, sempre com foco no melhor entendimento e economia de tempo. Experimente!