A reportagem destaca os motivos das empresas investirem cada vez mais em coworkings para manter seus colaboradores no modelo de trabalho híbrido ou 100%  presencial.

Meio & Mensagem sobre crescimento do seu modelo de negócio

De acordo com dados da Associação Nacional dos Coworkings e Escritórios Virtuais (Ancev), nos últimos 12 meses foram contabilizados mais de 1500 espaços de trabalho compartilhados em 100 cidades brasileiras, sendo que 75% deles afirmaram ter mantido ou ampliado investimentos em infraestrutura e serviços neste período. 

Os números mostram que em tempos de pandemia e home office praticamente compulsório, o modelo de trabalho híbrido, com o apoio dos coworkings para encontros e atividades presenciais, ganhou bastante força. Esse crescimento deve perdurar depois do controle da pandemia, como mostrou a reportagem de um dos maiores veículos de imprensa especializado no mercado brasileiro de comunicação e marketing.

“Quando a pandemia começou, entendemos que o modelo híbrido aconteceria. O home office exclusivo não é produtivo a longo prazo”, disse Patrícia Coelho, nossa diretora de Operações e Novos Negócios, ao Meio & Mensagem.

Patrícia citou o setor do mercado financeiro como um dos que mostrou não se sustentar apenas no teletrabalho. A observação da diretora foi feita com base na alta movimentação de colaboradores de empresas de finanças na nossa unidade da Faria Lima, durante a pandemia. Vale ressaltar que, por  causa do nosso sistema de segurança sanitária de elevadíssima qualidade, a movimentação de empresas de diversos outros setores no Club Coworking Paulista também foi acima do esperado.

O aumento da qualidade de vida e da produtividade dos funcionários indicam que o modelo híbrido e o 100% presencial em espaços de trabalho compartilhados vieram para ficar. Segundo a  matéria, a redução de custos e a maior flexibilidade de contratos deste modelo de negócio também são atrativos decisivos para empresas de todos os portes que optam por um coworking. 

“Nesse contexto, a existência dos escritórios em sua forma física se tornou alvo de discussão. Isso porque, desocupado ou com sua capacidade reduzida, o modelo se mostrou oneroso para companhias que, em muitos casos, precisaram renegociar aluguéis e fornecedores”, destacou a matéria. Clique aqui para ler na íntegra a reportagem “Escritório Flexível”, escrita pela repórter Taís Farias e publicada na edição impressa do Meio & Mensagem de agosto de 2021.